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Quando as ruas se enchem de cor em forma de protesto. 
Haja glitter no rosto e Melissa no pé pra curtir o Dia Internacional do Orgulho LGBTQ+, que é comemorado mundo a fora nessa sexta-feira, 28 de junho. 

Ainda mais nesse ano, quando a data relembra os 50 anos da Revolta de Stonewall Inn, onde tudo começou. Desde então, o movimento ganha força no combate à homofobia na luta pela livre orientação sexual e identidade de gênero. Em outras palavras: ser quem queremos ser com todo o orgulho e amor que podemos ter. 
Por aqui, as diferentes formas de amar e se amar são recebidas de braços abertos.
Conversamos com uma galera que sabe muito sobre aceitação, amor próprio e adora passar uma visão pro próximo. Pra entender os anseios, conselhos, dúvidas e o dia a dia de quem vive essa realidade. 

Vem dar um salve às diferentes formas de ser e de amar.
Seja você mesmo, independente da forma com que as pessoas vão te olhar
- Henrique Almeida
"Born this way"é o hino de vida do Henrique Almeida. Fotógrafo e designer gráfico de Brasília, ele descobriu como se conhecer melhor através das criações pro seu perfil no Instagram. 

"O Instagram me ajudou a descobrir um lado bonito que eu tenho. Lá consigo expressar minha essência e posso servir de referência, de alguma forma, para alguém". 

Além de desvendar quem realmente é, se tornou inspiração pra muita gente que busca um ponto de referência entre os muitos discursos de ódio disseminados pela internet.
De repente eu me sinto mais corajoso e orgulhoso de quem eu sou, mesmo quando toda maquiagem vai embora
- Rafael Mello/Sarah Vicka
Um corpo e muitas possibilidades. Maquiador e drag queen, o Rafael Mello, que por vezes se transforma na Sarah Vicka, afirma que os dois aprendem muito juntos. 

"Estar 'por trás' de um rosto diferente é uma experiência única. A melhor parte é poder me olhar no espelho e não me reconhecer." 

Pro Rafael, a maquiagem tem um poder que vai além de embelezar. Ele constrói um novo rosto que não tem medo ou vergonha, mas alegria e orgulho de se transformar em uma mulher poderosa e empoderada. 

Todo mundo tem fraquezas, defeitos, inseguranças. A questão é saber como lidar com essa mistura de emoções. O conselho do Rafael é deixar a aceitação e o amor tomar conta pra, então, enfrentar melhor os medos e desafios.
É preciso ter coragem pra se colocar no mundo, transformar o corpo em liberdade
- Julianna Motter
Pesquisadora, artivista sapatona e brasiliense raiz, a Julianna Motter vem de uma geração de mulheres que questiona os papéis e padrões de comportamento estabelecidos pela sociedade. 

"É muito difícil se construir e se reconstruir ao ponto de poder ser e se apresentar como quem se é livremente. Infelizmente não é todo mundo que consegue." 

O processo é longo, contínuo e diário. Aos poucos os conflitos do "eu interior" são compreendidas pelo outros e tudo vai mudando. Além disso, pra Juliana, a gente não tem que ser uma coisa só o tempo inteiro. O mundo está sempre em transformação, o que facilita aceitar as próprias mudanças. 

Ela deixa um top list com 5 dicas pra você se amar: 
1. Buscar ser quem você realmente é; 
2. Buscar seu amor primeiro; 
3. Respeitar o seu corpo; 
4. Entender que você não é todo mundo; 
5. Aceitar suas próprias mudanças.
Tu merece se amar e se admirar do mesmo jeito que a tua namorada te ama e admira
- Laura Koester
Por aqui todo amor é bem-vindo, melhor ainda se for amor próprio. A Laura Koester, e as muitas abas abertas que vivem na sua cabeça, aprendeu com o tempo o valor de se admirar e, principalmente, de se amar. 

A sua relação com o vegetarianismo mudou completamente os hábitos e o jeito dela de lidar com as coisas. O que antes passava despercebido, agora soma na qualidade de vida. 

"Quanto mais feliz eu me sinto com as minhas ações, melhor eu fico: pele, cabelo, energia, autoestima." 

A dica é mergulhar no amor próprio. A admiração deve vir primeiro de você pra com você mesma. Assim fica mais fácil espalhar sorrisos e abraços por aí.
Diversidade é permitir que diversas formas de existir sejam vistas
- Marini Bataglin
Aos 19 anos, a Marini Bataglin já tem suas muitas cartas na manga quando o assunto é aceitação e diversidade. 

Entre o curso de psicologia e o gosto pela fotografia, ela se dedica a ouvir e compartilhar histórias de mulheres que inspiram e fortalecem no coletivo GRETA. Um espaço formado por mulheres que acolhe e dá voz às minas. 

O seu processo evoluiu ao longo dos anos. Agora, ela consegue focar nas coisas que realmente quer fazer em vez de gastar energia se defendendo de pessoas e situações que antes a deixavam mal. 

"Ou seja, é aprender que o problema dos outros comigo, às vezes, é problema dos outros e não meu." 

Pra ela, a diversidade deve ser pensada de forma ativa sobre quem ocupa e por que ocupa cada espaço. Se permitir ser visto é contribuir pra que menos gente passe por situações de exclusão e, ao contrário, se torne referência pra quem tá chegando.
Entender-se no mundo e se amar para poder, então, amar os outros é um processo que todos devemos buscar
- Danilo Novais
Cada um leva o seu tempo pra se descobrir. E isso muda de acordo com o contexto em que você tá inserido. O Danilo Novais, baiano e geminiano, diz que sair do armário nem sempre acontece com discernimento claro sobre o que tá rolando. 

"A maioria das vezes simplesmente ocorre por alguma situação que foge de nosso controle." 

O processo, como já falamos e o Danilo confirma, não é igual pra todo mundo. Afinal, nem todos nascem em condições ideais para se assumirem e se aceitarem, como uma família que apoia e amigos sem preconceitos. O desafio, mais uma vez, é se curtir primeiro pra, então, gostar dos outros.
Depois dessa chuva de amor versus aceitação, fica fácil entender porque o 28 de junho é tão importante pra tanta gente. 
Vamos seguir esses perfis lindos e deixar o amor tomar conta? Compartilha as histórias pra quem ainda não viu :) 

#PRIDE

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