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Definir um estilo de acordo com um gênero. Faz sentido?

Gender bender, agênero, unissex. Chame como queira, a verdade é que esse tipo de moda tomou conta das passarelas – e também das ruas.

Se a moda é forma de expressão, por que você deveria seguir pré-moldes para escolher o que você usa?

A discussão não é nova: desde os anos 50, genderbenders (gender = gênero; bend = dobrar, curvar. Ou seja, um gender bender é algo como um “quebrador de gêneros”) são conhecidos por trazer à tona essa discussão – seja através das roupas ou de um discurso afinado.

Quem esquece o estilo de Diane Keaton em Annie Hall? Ou do figurino de David Bowie? E as calças skinny dos Ramones? 

Marcas como a Gucci e estilistas como Herchcovitch e Gareth Pugh, ambos parte do nosso time de collabs, também são conhecidos pelas suas criações que servem para qualquer identidade sexual.

O mundo Melissa acredita no genderless. Em monocores, cortes retos.

Já em Star Walker, o modelo Backless, da nossa collab com Herchcovitch, fez a cabeça de homens e mulheres. O modelo Aranha também já foi visto em pés masculinos.

Em Dance Machine, a nossa mais nova coleção, a Flox assume a sua personalidade genuinamente unisex. Ganha cores sóbrias, tamanhos maiores.

E você o que acha?