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Em meio ao cinza e ao caos das grandes cidades, um mundo colorido e surreal. Esse é o lugar de Carla Barth, artista que busca na natureza e no folclore as referências para o seu trabalho.

Vinda de uma família de criadores, Carla sempre teve liberdade para se expressar. As experiências e trocas trazidas da infância são a base de suas obras - inventivas e com um estilo único. "Gosto da beleza e do mistério e do estranho misturados”. 

Mesclando cores e realidades desorganizadas, a artista cria um universo que traduz e ao mesmo tempo questiona a relação que temos com as grandes metrópoles. 
"Acho que é muito bom viver em uma cidade grande. Eu gosto, mas se não se tem um tempo de respiro, de reflexão para pensar aonde estamos indo e o que queremos, ela te engole aos poucos."
Como não ser engolida? Convidamos Carla pra bater um papo sobre isso.

1. Você já disse em entrevista que “arte para mim funciona como um escape ao modo de vida mecanicista, materialista e estressante das grandes cidades.” Por que esse escape?

Talvez seja necessário apenas para algumas pessoas. Vejo que tem gente que se muda pra praia ou pra sítios no interior, algumas pessoas buscam fazer yoga. Acho que é muito bom viver em uma cidade grande, eu gosto. Quando eu era adolescente fui passar o final de semana na fazenda de uma amiga, lembro que quando cheguei, fui tirar um cochilo e acabei dormindo por horas e horas, foi aquele silêncio e o ar puro que me arrebatou, anos depois meus pais compraram um sítio no meio do mato, e aquele local é um paraíso aonde o tempo pára.

 
2. Se pudesse escolher três cores para revitalizar uma cidade, quais seriam? 

Provavelmente eu usaria amarelo ouro, azul turquesa e magenta, mas é muito difícil escolher.

3. Seu trabalho tem uma pegada super colorida, com referências da natureza e do surrealismo. O que mais inspira sua arte?

Muitas coisas: folclore, arquétipos, arte naïf. Reinventar lugares e memórias, procuro dar vazão ao subjetivo e ao universo onírico...

4. Como é fazer parte de uma família de artistas? O ambiente em que você cresceu te inspirou criativamente?


Eu acredito que me inspirou sim, é difícil falar sem olhar de fora, o que eu fazia era me comparar com a família dos meus amigos e eu sentia que de certa forma éramos diferentes, os valores eram diferentes, meus pais eram mais desapegados materialmente e eu via que de resto as pessoas se preocupavam muito com aparentar status com coisas materiais e minha família dava valor a coisas que não são exatamente "coisas" e sim experiências.


5. Você ilustra diferentes mulheres, algumas sozinhas e outras em grupo. Quem são elas?

Muitas mulheres que eu desenho são fusões de imagens que de alguma maneira me atraem, me fascinam, gosto da beleza e do mistério e do estranho misturado. O grotesco e o feio também podem ser interessantes de misturar. O importante é ter alguma personalidade.

Confere mais imagens na nossa galeria
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