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Através de um turbilhão de ideias nasceu a web serie Life in Plástico.

O projeto abriu espaço pros Creatives se envolverem em diversas áreas de uma produção audiovisual. Fazer um programa pra internet foi novidade pra todos, mas mais do que isso: foi uma oportunidade de criarem juntos, um projeto pensado, projetado e executado por eles. Por isso, se dividiram em times – roteiro, produção, direção de arte, figurino e cenografia. 
Foi uma experiência incrível de participar e de aprender com essa turma maravilhosa.
–– Maria Victoria Fontenelle
Durante o primeiro dia, ajudei a colar cartinhas, pintar os números do placar e finalizar, junto com a Duda, a pintura do logo da Melissa. Já no segundo dia, fiquei com o radinho, indo pra cima e pra baixo, buscando e organizando tudo que precisava pra produção. Fiquei pertinho do set, ajudei a montar a vinheta limpar o cenário, esvaziar a piscina.

Acredito que todo mundo ajudou um ao outro e independente da área que estava precisando, sempre tinha alguém pra salvar, isso foi muito lindo de se ver. Eu me diverti muito participando do episódio torta na cara e na gincana dos apresentadores. –– por Maria Victoria Fontenelle
Fiquei mega feliz em ver o grupo todo engajado e unido.
–– Mayra Sallie

Ajudar na produção do programa foi muito especial. Me envolvi nos bastidores, como contra-regra e participando dos quadros. A galera colocou a mão na massa e não deixou nenhum detalhe de fora, e o mais importante foi conseguir reaproveitar o máximo possível.

Que essa seja a primeira temporada de muitas e com outros temas tão  relevantes quanto os que já foram abordados. Porque eu acredito muito nessa colaboração: em não fazer só nós mesmos, mas pros outros e com os outros cheios de energia boa e amor sempre. por –– Mayra Sallie
É um espaço maravilhoso pra expor todo nosso processo e também realizar sonhos.
–– Carla Miguez
Bom, nosso processo criativo dentro do meu studio começa com o release que recebemos, do nosso cliente – no caso, meus amigos Creatives

Quando a ideia do talkshow surgiu, meus olhos brilharam. Pra gente, criar um espaço é realizar sonhos. E foi bem assim.

Quando nossas reuniões aconteciam, sentia todos com muita vontade, muitas ideias e muitos sonhos a realizar. Expor suas ideias, palavras e sentimentos em um projeto – ali nós sentimos o quanto isso era importante, mas devia existir uma pitada divertida, plástica e colorida... bem a cara da Melissa, e que fosse leve, afinal, falamos de assuntos sérios.

Como todo projeto, temos sempre muitas ideias, muitos envolvidos. Pra facilitar a vida, temos um briefing onde tentamos tirar o máximo de informações, desde as cores desejadas até pequenos detalhes que não podem faltar, ex: brilho. O mais importante em uma cenografia como essa é entender com quem você tá trabalhando e conhecer a marca. Isso já é vencer etapa, na Melissa temos a matéria prima que é plástico, então, aí já tínhamos um material na cabeça.

Segundo passo, é fazer um moodboard, pesquisar imagens, cores, formatos, depois desse processo feito e com todos de acordo a gente parte pra escolha do lugar, espaço onde isso irá acontecer. Escolhemos o lugar e passamos pra a decupagem do roteiro, aí começamos a fazer o 3D do cenário pra todos aprovarem. Nessa decupagem é que batemos cada detalhes do espaço e elementos para os 8 episódios, cada um tem um elemento diferente pra agregar.

Depois do 3D aprovado, partirmos pro orçamento. Viabilizar material é uma das partes mais complicadas, porque dependendo do material podemos economizar demais, existem muitas substituições pelo caminho até chegar no resultado final, isso é normal. Nessa parte, contamos com muitas parcerias e uma delas foi a @plasticobolhastore. Economizamos e cuidamos do meio ambiente, afinal, a gente tem a preocupação com o final desse material. 
 
O mais bacana é que tudo que conseguimos produzir terá outra utilização. Os plásticos não foram descartados de forma incorreta, voltaram pro nosso parceiro – fator importante em uma cenografia é pensar nesse depois, reaproveitar o material utilizado é uma arte, evitar descarte errado e o ainda pode ser utilizado em outro job. –– por Carla Miguez
Foi aquele tipo de projeto que vamos todos guardar no fundo do peito pra sempre.
–– Antonio Schuback
Pegar o roteiro foi uma experiência nova pra mim, algo que eu nunca tinha feito antes. De início, eu, Marara e Tay trocamos e fizemos um pequeno resumo do que queríamos com o programa. Depois, junto com o resto do grupo, apontamos os temas a serem abordados.

O meu papel foi reunir e traduzir tudo nos 8 episódios do programa, o que foi uma loucura, ainda mais com o tempo curto. Todos os outros aspectos do programa precisavam do roteiro pronto pra acontecer. E pensar no roteiro é pensar também em como tudo vai ser filmado, na fala que as pessoas vão dizer e tudo o que vai acontecer em cena.

Pra facilitar, dividi os temas abordados por episódios e pensei em brincadeiras e quadros que encaixavam com cada tema. Depois, o desafio era pensar no casting e quem participaria de cada quadro. Foi muito trabalhoso e muito corrido, mas ver tudo funcionando enquanto estava em cena, apresentando o programa foi muito bom. Deu tudo certo e o resultado ficou maravilhoso, estávamos todos muito alinhados.
 
Figurino e styling já é a minha área de trabalho, a novidade era que eu estava produzindo pra mim. Foi engraçado entrar em contato com as marcas que costumo trabalhar pra pedir produção pra eu usar.

Como eu, Marara e Tay já temos estilos com algumas semelhanças, pensamos em temáticas por episódio, pra criar uma harmonia nos nossos looks. Por exemplo, no episódio que falamos sobre amor estamos com roupas estampadas de coração, já no que discute moda e estilo, estamos todos floridos. O resultado ficou bem divertido, o que conversa muito com a Melissa, com a estética do programa e com o jeito que nos três enxergamos a moda. 

Coordenar o figurino e estar no palco, apresentando ou resolvendo questões referentes ao roteiro, foi complicado muitas vezes, mas super rolou. O resto da equipe de figurino foi mara, só lembro da Marcela com o radinho na orelha. –– por Antonio Schuback
Era nosso projeto, cada um colocando um pouco de si pra fazer a mágica acontecer.
–– Marcela Barroso
Fazer o Life in Plástico acontecer foi muito bacana e trabalhoso desde o início. Principalmente porque somos muitas cabeças pensantes e que não têm vergonha de expor toda e qualquer ideia que temos.

Acho que o mais interessante foi ver cada um se desenvolvendo superbem em cada área que escolheu pra ajudar. Eu fiquei com o figurino e, apesar de já trabalhar 8h por dia com VM, tirava um tempo pra me dedicar ao figurino do programa. 

Era divertido e envolvente. Além disso, consegui colocar um pouco do que trabalho com a minha marca, a JOIA, em peças do figurino e foi como juntar dois corres da minha vida que adoro fazer. E, além dessa diversão que rolou no processo, acho que conseguimos chegar num ponto muito importante: o país, o mundo, a sociedade passam por um momento muito difícil em relação a valores, conceitos e pré-conceitos, e passar nossas lutas como Creatives diversos que somos, de forma sutil, leve e natural é essencial pra transmitir verdade em qualquer projeto que tivéssemos nos proposto a fazer. –– por Marcela Barroso 
 
Todos os integrantes foram essenciais pra que chegássemos nesse resultado maravilhoso.
–– André Vuaden
Logo de cara o nosso desafio foi o de entender qual seria o caminho pra materializarmos a ideia do programa, mapear todos os processos e todo o passo a passo até os possíveis dias de gravação. Foi uma grande mistura de euforia, vontade de ver tudo logo pronto e “socorro-eu-nunca-fiz-um-programa-de-tv-antes-e-agora”.

Como quase ninguém no grupo tinha tido contato com gravações e produção, começamos juntos a desembolar todos os passos que precisaríamos cumprir. E o mais legal é que cada um já foi naturalmente se encaixando em áreas de interesse, os grupos iam se formando assim que identificávamos uma tarefa a ser realizada.

Eu, sendo arquiteto, logo de cara já me interessei em atuar com a maravilhosa Carla Miguez no cenário, vendo que ela também já estava com mil ideias na cabeça. Com o passar do tempo e na descoberta de novas necessidades, acabei assumindo e coordenando a equipe de Arte – envolvendo a Identidade Visual do programa, a produção de todos os objetos que entrariam em cena e a estética de tudo que estaria em frente às câmeras. Resumindo, eu estava com meu telefone tocando o dia inteiro em mil grupos diferentes – figurino, cenário, produção. Tudo tinha que estar bem alinhado pra chegarmos no ponto em que Life in Plástico tivesse sua própria cara. 
 
Foi incrível a experiência de assumir um novo papel, estar atuando e, principalmente, aprendendo a usar minhas habilidades em outras áreas. Tudo só se tornou viável porque estávamos juntos. –– por André Vuaden
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Pra acompanhar Life In Plástico, fica de olho no nosso IGTV. São oito episódios, toda terça-feira.