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Pra Erika Palomino, tudo se transforma em inspiração. A jornalista já contou por aqui que livros, música e principalmente o comportamento das pessoas são a sua referência na hora de criar os conceitos de cada temporada.
Em Flygrl, nossa coleção Outono/Inverno 2017, não foi diferente.
Há mais de um ano, Erika vem observando as transformações recentes no mundo pra traduzir o universo Melissa em um contexto conectado à realidade.

"As fãs foram a grande inspiração. Procuramos mulheres inspiradoras, que mostrassem que há diversas maneiras de se posicionar hoje em dia. Há uma nova forma de encarar as chamadas 'questões femininas'. "

De olho nessa força e liberdade das mulheres (e nossas fãs) hiperconectadas que se manifestam online pra fazer a diferença, surgiram os primeiros insights da nossa consultora criativa. 

Quer saber mais? 

Então dá uma olhada no nosso bate-papo com ela. Ah, e pra acompanhar, dá o play nessa playlist que foi trilha da pesquisa que originou a coleção  e se inspire também.
O quanto a opinião das fãs influencia na concepção de uma coleção?

Eu gosto de ouvir todas as opiniões, até porque assim dá pra gente saber quem está do outro lado – e isso é umas das coisas mais legais das redes e da internet como um todo. Sempre queremos agradar, claro, e sempre gostamos de refletir o nosso mundo, mas também faz parte da identidade da Melissa surpreender e elevar a barrinha da expectativa. Pensamos sempre na consumidora, mas vamos sempre um tantinho além. Mas não estamos seguindo uma “modinha”. Já falamos de auto-estima, de autoconfiança e de ter coragem para virar o jogo há bastante tempo.
Ouvir todas as opiniões... foi o caso da volta do conteúdo na Plastic Dreams nessa temporada?

As meninas pediram a volta do conteúdo na Plastic em workshops, encontros com pessoas da marca, na internet. E achei super legal, porque mostra que as fãs da Melissa gostam mesmo dessa curadoria que fazemos, de assuntos, abordagens, além só de fotos bonitas de produto. Como diretora de todas as edições da Plastic desde o comecinho, fiquei super feliz, pois prova que há interesse por informação, e eu sei que a Plastic mora no coração de todo mundo que ama Melissa!

Por que voce achou que era o momento de trazer esse debate feminino para a Melissa?

De certa forma, esses assuntos sempre fizeram parte da marca. Porém, pelo que foi acontecendo no mundo inteiro, achamos que seria uma boa hora para tornar esses tópicos mais explícitos, de colocar luz sobre as mudanças que já aconteceram e sobre as que ainda são necessárias.
A coleção trouxe 10 mulheres que personificam a coleção, as nossas Flygrls. Qual o impacto que a presença delas teve no seu processo de criação?

Não quisemos escolher pessoas colocando-as em gavetas. Fomos em busca da criatividade e do potencial de inspiração que elas têm. Todas me inspiram, e cada uma por um motivo. Aprendi muito com essa coleção e com o contato com tanta gente incrível – desde as Flygrls até o elenco excepcional de mulheres talentosas que colocamos no projeto. Sou hoje uma pessoa diferente do que era antes de começar essa pesquisa e de ter esse envolvimento. Me sinto mais forte, mais amorosa, com a mente mais aberta e menos sozinha.